Então como é para o Dragão , vou mostrar o meu lado mais delicodoce, aquele lado que, ao ser olhado de esguelha poderá atingir o leitor com raios vindos do Poderíssimo Altíssimo, mas, ao ser observado de frente, poderá transformá-lo em pedrinhas da calçada pois todos temos o direito a sonhar com os poderes da medusa antes de nos cortarem os tom..., vá, a cabeça. Então o desafio, ai credo um desafio, é: como olhar para a fragilidade, para a fraqueza, a baixeza, o desprezível, a mediocridade humana aos olhos daquilo que o cristianismo iluminou, ou seja, do homem destapado, descoberto, pelo fenómeno historico-literário, mas real, da Redenção, e confrontá-lo com o Deus que Jesus também revelou em simultâneo. Escolherei a rota pelo termo 'fragilidade' porque é mais abrangente, eloquente, e suave, como o português; e tentando não repetir miudezas rudimentares. 1. a fragilidade como condição - O homem tem uma tendência irreprimível para se definir e para ajustar a sua definição à s...
Comentários
Que desamparando o gado,
Sem te haveres por culpado
Andas com razão fugido,
Uma pastora enganada,
De teus poderes vencida,
Te roga e deseja vida,
Inda que lha tens tirada.
Não pareces há mil dias,
Nem eu sei aonde te escrevo;
Sei que não faço o que devo,
E faço o que me devias.
Mas não é cousa de espanto
Que nestes erros acerte
Quem sem ti soube querer-te
E te soube querer tanto.
Busquei montes, busquei vales,
E onde te busque não sei,
Porque das novas que achei
Abri caminho a mil males.
[...]
Poema de Liseia a Lereno, in Francisco Rodrigues Lobo, «A Primavera». Edição de Lucília Gonçalves Pires, Lisboa: Vega, 2003.
Des-sonetadamente afinfo-lhe com isto que espero que goste tanto como eu gostei da sua sonetada!
BOM DIA!
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=aIrCFrFpHvw
Bjs
A MARIA
Que se os meus danos para fora riem,
Minhas risadas para dentro choram.
Ah, com engenhos não se extasiem
Que essas mágoas em erros de alma moram.
Antes de dores e desgostos desconfiem
Pois menos sofro nas mágoas que deploram
Que no amargar dos lábios que sorriem.
Mas se é razão ser eu a que pareça,
De mim mais vos direi quando emudeça
E a vós menos me mostro se atrevida.
Como não há-de meu astro singular
Com alegrias e lágrimas jogar
Se nos meus versos jogo a minha vida?
Natália Correia, «I», in «Na câmara de reflexão onde a simulação é um crime», Sonetos Românticos, «Poesia Completa», Lisboa, Dom Quixote, 2000. Págª 592.
ass: um que passou por aqui
BJS GRANDES MY FAVOURITE CYBER MAN!
Ass a Maria
apreciei o zelo em colocar aqui a parte I do poema, no entanto esta (pomposamente assim chamada) série é de 'verso à terça' e não de 'poema à terça'. Aproveito também a ocasião, face ao seu louvável rigor, de indicar que a minha edição é a 1ª, edições «O Jornal», 1990, pág 43.
C.
MT TRISTE
A SUA MARIA
A sua Maria continua num pranto inconsolável ... :(
Tenha um BOM DIA PF!
BJS GRANDES
A 'SUA' MARIA que não É de facto ... mas que importância tem isso?
NENHUMA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
BJS
A MARIA
MT BOM DIA
ASS A MARIA