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A mostrar mensagens de janeiro, 2013

vai-se a ver é carolina herrera

Os nuestros hermanos, que não podem ver nada, na impossibilidade de arranjarem um consultor da onu porque são fracos em línguas, desencantaram um tal de Mulas Granados - que por acaso terá participado num tal de estudo do FMI - que escrevia artigos sob pseudónimo numa tal de fundação. Convenhamos que se esforçaram, mas não é nada que se pareça com o nosso baptista da silva. Aguarda-se agora a divulgação da marca da mala que vão oferecer às suas pepas xavieres.

alô, fala dos mercados?

Seguindo os sábios conselhos dum ex-membro da confraria do bacalhau e consultor pro bono da ONU o governo requereu o alargamento do prazo de pagamento da dívida pública, já só falta Gaspar dar uma mala Chanel a cada pensionista para apaziguar o tribunal constitucional e tudo voltará à normalidade.

the dark side of the wool #special

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  num rebanho nada vale mais que o sorriso de uma ovelha  

dou-vos um mandamento novo

Nós somos aquele país que acaba o ano com um baptista da silva e começa o seguinte logo com uma pepa xavier. Por outro lado, não satisfeito com o tsunicómio criado há uns meses atrás, o governo mete moeda e saca dum relatório efemirizado, revelando que afinal se consegue voltar ao Estado equilibrado de salazar e caetano ( esta expressão continua a ser bastante boa, que fazer) sem precisar de pôr ninguém no tarrafal desde que uns quantos se contentem em ir viver para debaixo das pontes. Como democrata evoluído estou completamente de acordo com tudo desde que não me calhe. Como regra, o democrata evoluído deve pensar apenas nos seus interesses e por duas ordens de razões: a) somos os melhores a saber os nossos interesses (isto faz parte da evolução, por exemplo no tempo do Estado de Salazar e Caetano eram eles quem sabiam o que era o melhor para nós); b) não devemos ajuizar dos interesses dos outros porque nos podemos enganar (enganarmo-nos faz parte da evolução, antes praticamente n...

A Fiscalização Sucessiva

A Magna Carta Marília e Maurício, após dois anos de namoro oficial marcado por uma oscilação programada entre momentos de parcimónia hormonal e de exaltação erótica, decidiram aderir a uma fórmula histórica e sociologicamente testada com relativo sucesso logístico por uma longa série de gerações de alegados descendentes de Eva e decidiram-se casar em detrimento de outras soluções antropologicamente válidas como a escravatura sexual ou a promiscuidade. Bem e mal alertados por gente com boas e más experiências dotados de boas e más intenções, decidiram de mútuo acordo, passe a redundância, estabelecer, conceber, redigir, assinar e registar uma 'Carta Conjugal' que enquadrasse a sua futura relação matrimoniosa; seria um documento com óbvios efeitos internos no casal mas também com relevância para terceiros, sabido hoje que todos os terceiros são incluídos, ao contrário do que poderia transparecer dalgumas leis da lógica simplificativa. Foi num dia de chuva molha-...

anda, caralho

Apesar de não possuir caderneta profissional de terapeuta julgo que todos, numa aproximação imperfeita ao Mandamento do Senhor, temos a obrigação de proporcionar ao próximo um mínimo de condições para que ele extravase a sua raiva interior e que o faça da forma mais benigna para os que o rodeiam. Este é o ponto, e é um ponto bonito, na minha maneira de ver. Um dos locais de eleição para esse transvase de bílis é do conhecimento de todos: o trânsito. Não irei discorrer sobre o tema em teoria, ele já está tratado seja por especialistas, seja por curiosos, seja por amantes da opinião livre em geral e da badalhoquice em particular. A forma que escolhi para cumprir este mandamento na sua versão terapêutica foi atrasar-me ligeiramente a arrancar ao sinal verde, proporcionando assim ao condutor de trás momentos de verdadeiro êxtase de raiva e ódio sobre mim expelidos de forma concentrada, mas sempre devidamente controlada e confinada no espaço. A fórmula de escape terapeutico q...

e agora um 2013 para viver acima das possibilidades

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