De uma missa
Depois de leituras da Bíblia, que infelizmente eu não consigo dizer quais...até porque quero salientar raras são as vezes que eu consigo acompanhar textos lidos por outras pessoas seja na igreja ou noutro local. Prefiro ler do que ouvir alguém ler:
“Comecei a fazer trabalhos de grupo tinha 10/11 anos na disciplina de Ciências da Natureza. Numa dessas sessões de trabalho um dos meus amigos acusou-me de lhe ter tirado um lápis. Eu não lhe tinha tirado nenhum lápis, mas como o meu lápis era igual ao que ele tinha provavelmente perdido, o meu amigo insistia que eu lhe tinha tirado o lápis. Eu para evitar mais discussões, resolvi dar-lhe o meu. Resultado: O meu amigo disse-me – Vês como me tinhas tirado o lápis!!!!”
Fiquei a pensar...mas eu alguma vez na vida daria o lápis numas circunstâncias destas!?! Não, naturalmente que não. Por várias razões:
- Nunca evitei discussões quando tenho a certeza que tenho razão;
- Amigo meu que achasse que lhe tinha tirado o lápis e não lhe dizia...acabava a fazer trabalhos de grupo sem mim e claro, sem o meu lápis;
- Finalmente, porque eu perco muitas coisas mas nunca acho que são outras pessoas que me as tiram (caramba ...será que são mesmo e o meu amigo é que tinha parte da razão...?!?)
Mas bom e para quem quer saber o final ....na missa concluía-se com esta história que a verdade é sempre um bom caminho! Gostei.
Nullum est vitium sine patrocinio
Então como é para o Dragão , vou mostrar o meu lado mais delicodoce, aquele lado que, ao ser olhado de esguelha poderá atingir o leitor com raios vindos do Poderíssimo Altíssimo, mas, ao ser observado de frente, poderá transformá-lo em pedrinhas da calçada pois todos temos o direito a sonhar com os poderes da medusa antes de nos cortarem os tom..., vá, a cabeça. Então o desafio, ai credo um desafio, é: como olhar para a fragilidade, para a fraqueza, a baixeza, o desprezível, a mediocridade humana aos olhos daquilo que o cristianismo iluminou, ou seja, do homem destapado, descoberto, pelo fenómeno historico-literário, mas real, da Redenção, e confrontá-lo com o Deus que Jesus também revelou em simultâneo. Escolherei a rota pelo termo 'fragilidade' porque é mais abrangente, eloquente, e suave, como o português; e tentando não repetir miudezas rudimentares. 1. a fragilidade como condição - O homem tem uma tendência irreprimível para se definir e para ajustar a sua definição à s...
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