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um dois três macaquinho do chinês

Ao contrário do que pode transparecer das fontes bem informadas, Portugal vive hoje um momento absolutamente vibrante da sua história, proporcionado pelos miminhos que só a geopolítica pode fornecer. Como é conhecido, o nosso ilustre caminhar pelos tempos esteve sempre marcado pela existência da ameaça espanhola. Mas foi aquilo a que se pode chamar: um inimigo fiel; esteve sempre ao nosso lado a debicar-nos fronteiras, navios, possessões, tronos, terras, porcos e lagares de azeite, conferindo-nos o elevado estatuto de Estado invejado e ameaçado, estatuto esse que lá fomos sabendo conservar como pudemos. Hoje, um terço do nosso calote externo são eles que se arriscam de levar, mas desistiram há muito de nos invadir, de tomar conta de nós, e o pouco eucalipto que ainda nos resta já não os seduz e muito menos entusiasma. É verdade que também tivemos de arrear nos mouros, tivemos os Franceses a invadir-nos, os Ingleses a ultimatar-nos e até Holandeses a rouba...

Conselhos Quaresmais da Irmã d’off

Irmãozinhos nunca afrouxem nas orações a S. Ponzi, e sempre que carregardes o fardo da pirâmide escolhei mulas robustas. Se confiarem em vós, aceitai essa confiança com humildade, mas evitai ao máximo assinar recibos com notários por perto. Fugi do capital garantido e quando vos assinalarem a ganância respondei com a caridade. Quando tiverdes a tentação do estruturado, resguardai o vosso coração na magnanimidade da dívida pública. Sede sempre cautelosos com os colaterais e precavidos com os comissionistas. Poupei na intermediação para poderdes investir no conhecimento. Segurai, ressegurai e voltai a segurar. Lembrai-vos que por detrás dum leverage pode estar um abismo, tal como por detrás do bem-estar pode revelar-se o consumismo. Se vos podeis contentar com uma gelatina nunca arrisqueis num molotof. Sempre que um dos vossos irmãos cometer um excesso, rezai primeiro pela sua alma, mas depois vendei rápido tudo o que tendes, comprai alfaias e paramentos e regressai à vossa cela por uns ...

Notes From Djituente (5)

Alô, pode-se dizer que foi uma cimeira jeitosa; não foi uma festa da quinta Patiño, nem um baile do Mónaco, nem um aniversário de casamento dos Saviotti, mas foi uma coisa digna e que não envergonha a Nova Ordem Internacional. Pena a Teresa de Sousa não ter podido vir, inclusivamente podia ter abraçado a Michelle, que distribuiu imensos abraços, acho que apenas o Medvedev não conseguiu abraçá-la porque não lhe chegava à cintura e podia dar mau aspecto. Queria também salientar que estou com uma certa dor nas costas, não sei se será o tal ‘efeito obama’ que Durão Barroso (o cromo nº 20) disse que já se faz sentir, ou se foi da bilateral com uma comitiva das delegadas do subgrupo CAMA, principalmente das mexicanas, um povo muito religioso como se sabe. Foram todos para casa com a loção do dever cumprido, duas de comichão com uma de prurido. A minha proposta de criar em Portugal o Observatório do Paraíso Fiscal foi relativamente bem aceite, e já há um plano para colocação de vigias nos cab...

Notes From Djituente (4)

Ôi, sou Gesinaldega de novo; hoje não tenho tido mãos (nem outras partes) a medir aqui no Summit, mas quem me anda a começar a dar cabo dos nervos são as indianas, pois produzem um efeito no homem branco que só visto, até parece que se lambem os cães, como diz o título daquele filme indiano que ganhou os Óscares. Devia haver alguém que avisasse estes garotos que a mulher indiana não é de fiar, manda aquele aspecto enigmático, mas é apenas sonsice com caril. Até o moço dos postes aqui de baixo que, se não tivesse sido eu, ontem tinha passado a tarde a apanhar Bronzinos na National Gallery, o vi a trocar olhinhos com uma assessora para a indústria do descasque de caju, que mais parecia uma tábua de engomar. Comparar lombo de Bombaim com o da Baia é como comparar tirinhas de anchova com uma peça de picanha. Felizmente que o pessoal das estepes sabe o que é bom, e caril é coisa que não entra pelo Kremlin, nem que enfiem dois balázios no cu da estátua do Lenine. Eles até dizem que mulher mi...

Notes From Djituente (3)

Alô, ontem o jantar de arranque da cimeira foi uma categoria. Eu fiquei num lugar entre o Zapatero e um senhor que não cheguei a perceber de onde era, mas que me disseram ser o nº17 da caderneta. Em frente ficou o Obama e a Mme Merkel, que estava toda vestida de branco pérola e, assim, dava um bonito efeito de lua cheia. À saída perdi-me no meio das manifestações, mas não percebi se eram por causa da cimeira, ou se era para outro anúncio da Antena 1. Digamos, chicobuarcamente, que foi bonita a festa pá, só que também foi uma carga de trabalhos para estar hoje de pé às sete da matina. A bilateral matutina deveria ser suprimida. Hoje dediquei-me à delegação indiana. Aliás, quereria salientar desde já que têm sido as delegações dos BRIC’s que têm feito mais sucesso, inclusivamente já começam a aparecer umas chinesas que se FMIarem baixinho ao nosso ouvido nós desregulamentamos completamente e mandamos o proteccionismo para as couves. Mas as indianas… atenção às indianas. Se é daquilo que ...

Notes From Djituente (2)

Alô, meu nome é Gesinaldega, sou Pernambucana e vim ao Djituente buscando uma nova oportunidade, dado que em Massamá todo o garoto com mais de 16 anos só quer brincar sozinho com seu magalhães. Já estive na comitiva de Seu Lula, e confirmei que tirando uma assessora para o desbaste da Amazónia, nenhuma outra me pode fazer sombra. Hoje alcancei uma colocação na delegação da Coreia do Sul, são meninos que sabem valorizar uma curva bem pronunciada, disciplinados, fazem tudo pela ordem certa e inclusivamente têm bons pulmões. A melhor sessão foi a do desarmamento estratégico, em que consegui 350 € em cada pausa de café e nem precisei de sair daquela mesinha que segura o retroprojector, pois nenhum coreano tinha mais de metro e meio. Já mandei fazer umas tshirts com a indicação ‘venha descobrir meu ponto G20’ e tem sido um sucesso, principalmente na delegação Turca, onde já sou conhecida como a ‘Capadócil’. Mininos, digo-vos, isto é um cimeirão. Não fazia tanto dinheiro desde que meu cunhad...

Notes From Djituente

alô, falo-vos aqui da cimeira de Londres, deram-me o número oito, pedi o nove, mas já estava atribuído ao Sarko que, como se sabe, é um chato, e a Carla tinha feito muita questão com esse número por causa do pandan que fazia com uns sapatos Ferragamo. Deram-me então o pelouro das reuniões bilaterais, primeiro desconfiei, porque pensei que era só para me despacharem, mas disseram-me que não, pois tinha ficado em primeiro lugar no concurso de dizer rápido ‘mr medvedev and mrs merkel’ três vezes sem me enganar. O bilateral, como calcularão, é cada vez mais importante, designadamente em espaços pequenos e fechados, género elevadores e salinhas das fotocópias. Hoje estou inclusive a pensar fazer uma reunião bilateral com uma moça da delegação italiana que usa como brincos dois autênticos berlosconis nas orelhas e de caminho treino cardiofitness estratégico. Estas cimeiras são muito importantes, saliente-se, porque juntam à mesma mesa porta-vozes, quebra-nozes, assessores de imprensa, e guar...

Para aliviar das mamas das claudias irinas

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2009 twelve not so obvious women to stay with us during the crisis. No fundo uma dúzia de escolhas para nos preocuparmos em conjunto. São tudo moças que preocupam muito bem, e assim evitam-se as bellucis, scarletes, therons & outras penélopes afins. Um pirelli alternativo. Janeiro Ashley Judd No início do ano teremos uma moça altiva a dar um tom de optimismo. Apresentando um U shape a tentar timidamente mostrar que se pode transformar num V shape. É uma carinha semi triste, mas dalguma forma dando a entender que com ela podemos atacar o ano de peito feito. Fevereiro Cate Blanchet Neste mês devemos fazer-nos acompanhar dum clássico de distinta preocupação, uma espécie de desencanto com pedigree. Cate desafiando os discursos da tanga com o discurso da rendinha. Março Emmanuelle Béart No ano de 2009 não haverá primavera como já foi anunciado. Março será pois um mês bastante triste, teremos muita tendência para nostalgicamente olharmos para o arvoredo sem flor, e nada melhor que uma ...

Madoff Show (III). Cozido à Portuguesa

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Temos que convir que a Madoffolhada é um golpe e peras. Homem respeitado leva à certa outros homens não menos respeitados , num esquema simplérrimo mas aplicado a valores milionários, só faltava mesmo o dinheiro ter sido benzido antes de ser todo perdido. Reparemos que a situação seria muito semelhante a um cenário deste género: o Ernani Lopes e o Medina Carreira montariam numa garagem um jogo do bicho destinado a amigos banqueiros & afins, que iriam lá uns dias por semana fazer uma espécie de overnight alternativo servido com pãozinho quente com chouriço. Certa noite sairiam os dois para o clássico comprar tabaco e dar uma entrevista na SIC notícias e…não voltariam. Gerar-se-ia a ansiedade, seguida de compulsiva vontade de mijar, e finalmente o pânico… Armando Vara – É pá, eles estão a demorar-se e eu apostei os PPR’s todos do banco… se calhar amanhã são capaz de me fazer falta. Manuel Pinho – Logo por azar hoje tinha apostado a Autoeuropa porque me disseram que já estava parada,...

Whatz happenede withe pescoço of Paulo Rangele

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Penso que todo e qualquer português a partir de hoje se devia considerar avalizado pelo estado. Todos somos praticamente sistémicos, - cheguei a tomar um anti-sistemínico porque me estava a dar para o pingo no nariz - e os lampiões até são pluribus uno e o caralho. Eu pessoalmente sinto-me a defaultar bastante quando subo um lanço de escadas, já a descer me custa menos. De elevador, menos ainda. Do colinho só tenho boas recordações. Regra geral dilacero um bocado se não confiam em mim, é o meu lado Narciso Miranda, concomitantemente solvabilizo benzinho e mantenho os rácios, nos dias santos chego a aparentar um triple A com pernas. Só estou aqui para tentar ajudar, podeis inclusive fazer todos de cigarra, que eu, mais o Costa, estamos com um formigueiro nas pernas, mas tudo bem.

Financex appeal

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«…Entretanto, os movimentos internacionais de capital, que tiveram um papel perturbador na década de 1930, foram também limitados. O sistema financeiro ficou um pouco maçador mas muito mais seguro. E então as coisas ficaram outra vez interessantes e perigosas . Os crescentes movimentos internacionais de capital prepararam o palco para as crises monetárias devastadoras dos anos 90 e para a crise financeira globalizada em 2008…» Paul Krugman, hoje, no Público . Hummm.

Madoff Show. Inevitáveis: soma e segue.

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«We're still a long way from Eastern Europe of the 1990s or from the Latin America or Russia of the present. But maybe not as far as we think.» Anne Applebaum, (a tal que escreveu, note-se, The Gulag: A History ) na Slate.com

Bailoutame mucho

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Considerando que a mera soletragem de BPP já dá ares de cuspidela de pêlo púbico (pêlo de cona, como se diria na literatura moderna), considerando que dizer mal de Maria de Lurdes seria dos poucos assuntos que ainda manteria Mario Lino acordado, – juntamente com o sorriso de Mariano Gago – e considerando que há vários ministros de que já ninguém sabe o nome a não ser que inaugurem salas de desfibrilação no museu berardo, considerando isto tudo por atacado ou separado, julgo que actualmente os conselhos de ministros se devem resumir a sequelas de sketches humorísticos. Sócrates gesticula com a mãozinha a fazer pose de cancela de passagem de nível, Pinho faz de Paulo Bento recomendando pia e epidurálica tranquilidade aos agentes económicos, e um outro qualquer avia um ‘vai mas é trabalhar’ ao Pinto Ribeiro, articulando aquela fala de boca a mastigar ranho de urso pardo, enquanto o Luis Amado (haja quem) sibila com o seu ar diplomaticamente enjoado o já canónico 'não havia necessidad...

Banco Romeu e Caixa Julieta

Contra os conselhos da paternidade reguladora um private banking apaixonou-se por uma caixa de crédito agrícola. Namoraram vários anos às escondidas, fora do perímetro contabilístico, até que se expuseram em excesso aos mercados e tiveram de assumir a relação. Aproveitaram um veículo que tinha ficado adormecido depois de uma tomada de posição agressiva em cimenteiras do norte de África e fugiram levando apenas os trapinhos que tinham no balanço. Viveram períodos de paixão arrebatada, com pouco eram felizes, meia dúzia de clientes fiéis e algumas relações que não lhes exigiam alvará bastavam-lhes para cumprir diariamente o voto eterno de fidelidade em torno de um amor, um spread e uma cabana. Mas um dia o mal parado também lhes haveria de bater à porta e o romantismo da caixa de crédito começou a vacilar. Tinha sonhos de um dia também poder entrar para um ou outro Project finance, nem que fosse uma barragem, ou mesmo um projecto de rega gota a gota. Tudo coisas que um private banking nã...

Do you prefer a V shape, or a U shape?

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[Indice Sophie & Julliette] Os índices das bolsas sentem-se maltratados e diminuídos no seu bom-nome. Nos últimos tempos têm falado deles sem qualquer respeito, esquecendo-se da pessoa que está por detrás do índice. Um índice de bolsa tem sentimentos, por detrás dum indice não está apenas um número; tem direito à sua intimidade, têm inclusivamente direito a viver sem inibições a sua opção sexual, e a exigir do Estado uma protecção sem discriminações de qualquer índole. Foi assim então que os principais índices de bolsa também se reuniram de emergência numa cimeira que ficou marcada pela grande abertura de espírito e pela franca troca de ideias. Dona Pessivinte foi a anfitriã, Dona Pessivinte – Companheiros e companheiras, esta é uma hora em que devemos estar todos unidos, devemos concentrar-nos naquilo que nos é comum e desvalorizarmos as divergências. Guerra ao estruturado, guerra ao alavancado, guerra ao colateral, ninguém a respirar pela boca, tudo a respirar pela fossa nasal. H...

Bailoutem-me, mas com jeitinho

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Quino, em 'Gente', no longínquo (!) 1978

João Maria Gustavo

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Como é óbvio e saudável nunca repousei a minha santa vista em qualquer encarrilamento de letras produzido por esse novel-nobel apelidado de Le Clézio. Mas um nome daqueles pedia uma dignidade desse porte, convenhamos; se bem que me pareça, desde logo, um nome bastante mais apropriado para um Nobel da Química, onde tem havido um certo descuido onomástico; afigura-se-me mesmo um desperdício gastar um nome assim tão cientificamente griffável num Nobel que já serviria bem com um simples Smith ou mesmo um Antunes. Perde-se assim a oportunidade de vir a denominar Le Clézio a uma estrutura molecular, ou mesmo a uma vacina para a queda do cabelo; nem sei bem porque é que me lembrei da queda de cabelo. Mas a mulher chama-se Jemia; com jota, atenção. Já não me parece tão fino. Apresento-vos então a curva Roth-Delilo: -25% em 9 dias. Sacado em bespokeinvest.typepad.com
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dum tal de Larry Wright, do The Detroit News, e gamado em cagle.com. O plano nacional de leitura deveria passar a incluir a nova colecção do porquinho. 'O Porquinho desvalorizado', 'O Porquinho descapitalizado', 'O Porquinho no crash', 'O Porquinho insolvente', 'O Porquinho no Bailout', 'O Porquinho intervencionado', 'O Porquinho falido' e o 'Porquinho na bancarrota'.

Subprime Neighbourhood

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Para desanuviar dos gráficos deixo agora aqui um singelo fluxograma da crise, (que até podia dar inclusive para fazer uma bela tshirt) explicando como, em dois anos, se pode passar de 600 biliões de hipotecas de merda, a carradas de triliões de merda sem hipoteca. No fundo, o graveto do bailout , que hoje não cabe na cova do dente da bolha, há coisa de dois anitos dava e sobejava para comprar e oferecer as casas todas ao pessoal do Bairro do Subprime (Apanha-se em http://www.thedeal.com/newsweekly/features/chain-of-fools.php ) Como quem não quer a coisa, o dicionário não ilustrado vai fazer uma visita guiada à nouvelle cuisine mais velha do mundo. (entradas 1251 a 1260 ) Segmentation – Sofisticada operação que visa chamar os bois pelos nomes sem os ofender muito Securitizing – Técnica de arrebanhamento que põe as ovelhas a confraternizar com os lobos maus sem dar cavaco ao pastor Leveraging – Preparação de pezinhos de coentrada sem coentros e nem pezinhos Asset Backing – Técnica d...

Yahoo

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Os momentos de volatilidade, crise & ignorância são os que produzem os melhores gráficos. O mundo, irritado com as derivadas em regime de monótona previsibilidade, revolta-se e quer-se descrito de forma mais criativa, Decartes não passou frio e outras privações pélvicas para desperdiçarmos a sua criatividade com grafiquetas fatelas, tanto mais que, ainda por cima, bastam duas variáveis para se montar uma festa. Aqui, por exemplo, num gráfico em condições gamado em econompicdata.blogspot.com mostra-se que quando o famoso índice de volatilidade VIX (CBOE Volatility Index) atingiu valores elevados, quase sempre se seguiram meses de alta valorização. Ora ele apresenta neste momento um valor record bem acima dos 50 (!) ( às 11.00 AM de NY ); estamos, pois, num ano Olímpico. Caso para o dicionário não ilustrado se voltar a pronunciar. (entradas 1243 a 1250) Acaso – Designação físico-filosófica duma merda que ora nos sodomiza ora nos lubrifica Incerteza – Designação corrente para uma mer...