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The wonderful world of the unconscious ‘Quanto mais civilizado é o país mais fundo é o recalque’ de Arnaldo Jabor ( lido hoje, em citação, no jornal ‘A BOLA’ a propósito do Carnaval brasileiro )
O drama da infinidade semântica : Inocência explícita Fui tomado por uma certa pulsão de thanatos. Não sei se conseguirei resistir. É mais forte que eu, que sou reles andróide endrominador... É que isto de dizer mal também me parece que está a precisar duma recauchutagem!... O quarto do pulha – em flagrante crise de identidade – até já se tem de encostar à bengala do pipi, o Mephis começa a rodopiar demasiado em torno de vítimas que o ignoram, e o anarca constipado já apenas atordoa recenseando anarquicamente notícias. Isto de viver apenas parasitando na tolice alheia está a ficar difícil. É como estar sempre a dizer que não se gosta de bacalhau com natas. A certa altura o bacalhau caga nisso, e a vaca é para esse lado que muge melhores natas. Organizem-se pá! Até o VPulido Valente já teve de vir dar uma mãozinha!!!! Bem eu não m’aguento mesmo... Julgo que todos já nos distraímos com a gabarolice marialva, já mandámos as nossas chalaças ao orgulho gay, já elaborámos os nossos imaginat...
E se Deus não for mesmo brasileiro... Um certo dia tiraram a espetada de Lula do frigorífico, ficou muito tempo cá fora, e aí..., citando A. Jabor !!! "...Aí, começou a Grande Fome, apelidada pelas massas, sempre brincalhonas, de Barriga a Zero."