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The human side of Man Desenjoando do empolgante tema dos têxteis chineses Introdução Descobrir o lado animal do homem é tarefa fácil para qualquer engenheiro de som (género psicólogo enxertado em esventrador de minhocas), descobrir o seu lado transcendental está ao alcance de qualquer arquitecto paisagístico (tipo mistura de antropólogo com depilador de malmequeres) mas agora para descobrir o lado humano do homem nem sempre basta ter uma profissão decente (género canalizador ou montador de cozinhas italianas), mesmo que leve de vez em quando uns valentes cagaços epistemológicos. Nota técnica Boris Vian no prólogo da 'Espuma dos dias' diz qualquer coisa como no mundo só existem duas coisas: o amor de todas as maneiras, com mulheres bonitas, e a música de Duke Ellington. O resto é feio . Ora o ‘amor’ e a ‘arte’ aparecem há muito tempo a dar uma mão quando queremos pôr uma cara lavadinha à nossa condição; a malta agradece o jeito e hoje até me deu para lhes retribuir. Somos uma e...
Outono em Berlim. As bolas é que foram para Pequim. Nem toda a gente as pode ter no sítio O Outono vende-se muito bem. É como os homens que se vendem a si próprios bem melhor do que as mulheres. O Outono a seu dono. Não me conhecem, mas lá está, eu sou aquilo que se costuma chamar uma jóia de rapaz. Não se encontra assim, não, sou um achado pode-se mesmo dizer. Sou aquela coisa que se planta no enxerto do homem bom com o homem de confiança. Não, não se apanha em qualquer par de dança, e nem é fácil de descobrir parecido ali ao dobrar de qualquer esquina. Sou mesmo coisa fina, até poderia dizer, se quisesse rimar, mas não quero, apenas vos quero enganar. Mas tenham cuidado pois posso vir a deslumbrar, e assim de repente, não estou a encontrar o melhor repelente, mas eu se fosse a vocês até me deixava ficar, é que eu estou apenas a tentar-vos agradar, não vos quero fazer mal, afinal de contas sou inofensivo, que não é o mesmo que ser defensivo, por isso é que se deve desconfiar das “term...
Convicções II - Acid morning again Bem melhor que uma convicção é uma boa micção. Boris Vian tinha-o insinuado de uma forma brilhante no Outono em Pequim : “...o cálculo, demasiado complicado, dissolveu-se-lhe na cabeça e veio a ser expulso normalmente na urina, fazendo toc ao bater na porcelana. Mas só muito mais tarde " Eu por acaso até já tinha referido isto num email com destinatário óbvio, mas ela não ligou muito, porque se calhar estava num daqueles dias Linkxados ... É que nem sempre temos porcelana à mão, e muitas vezes tem de ser um mictar vertical num sobreiro, ou um mictar horizontal numas sardinheiras.